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ON x Zendaya e a Moda Intergaláctica: quando a Terra já não basta

E se a moda não estivesse mais tentando apenas vestir corpos, mas vestir futuros?


Nos últimos anos, vivemos uma sequência de crises que redefiniram o imaginário coletivo: pandemia, colapsos climáticos, guerras, ansiedade generalizada. Quando o presente pesa demais, o consumidor olha para cima. Literalmente.

@on

O chamado moon fever não é só científico, é cultural. A missão Artemis III, prevista para 2026, promete levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra, reacendendo o desejo humano por conquista, esperança e novos começos. É nesse contexto que a marca On convida Zendaya para liderar a campanha “Zone Dreamers”, dirigida por Nadia Lee Cohen. Um manifesto visual de otimismo futurista que rapidamente se tornou trending topic no YouTube. Não é só moda. É sinal.


O que o espaço revela sobre o comportamento humano?


Tendências não nascem do nada. Elas emergem das emoções que movem a sociedade. E hoje, essas emoções orbitam três grandes forças:


1. Escapismo galáctico

Depois de anos de tensão, a imaginação vira válvula de escape. Paletas holográficas, prateados líquidos e azuis estelares aparecem como portais simbólicos para “qualquer lugar que não seja aqui”. O escapismo sensorial já figura entre as macrotendências globais recentes.


2. O ultra-humano

O futuro não é totalmente digital, nem totalmente analógico. Ele é híbrido. Zendaya encarna essa figura: atlética, hiperconectada, mas leve. Roupas que funcionam como segunda pele para corpos que vivem em movimento constante.


3. Tech + Emo

A tecnologia deixa de ser fria e passa a ser empática. Tecidos que regulam temperatura, materiais bioinovadores e processos circulares contam histórias. A Nike ISPA MindBody, montada sem cola e tingida com algas, mostra que poesia de material e inovação podem coexistir.


Do conceito ao mundo real: quando o hype vira headline


Esse imaginário cósmico já saiu do 3D e aterrissou no mundo físico:

  • Prada x Axiom Space assina detalhes do novo traje lunar da NASA

  • Coperni Spray Dress, pulverizado em Bella Hadid, gerou US$ 26 milhões em mídia espontânea

  • SpaceX EVA Suit prova que funcionalidade também é estética


Nada disso é fantasia distante. São sinais claros de que o futuro já começou.


O que marcas inteligentes fazem com esse sinal?


Elas não vendem produtos. Vendem histórias.

Revelamos cinco caminhos estratégicos para transformar o hype cósmico em negócio real:

  • Narrativas orbitais: coleções pensadas como capítulos de uma saga

  • Prototipagem responsiva: biomateriais e inovação com propósito

  • Passaportes phygitais: AR e NFTs como extensão da peça

  • Comunidade co-piloto: cocriação que reduz churn e aumenta valor

  • Economia de gravidade zero: circularidade, recompra e reparo como receita recorrente

Ou, como o próprio report resume:

“Não vendemos apenas roupas. Vendemos possibilidades de universos.”

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Este artigo é apenas uma órbita inicial.

O conteúdo completo, com imagens, dados, cases aprofundados e insights estratégicos aplicáveis ao desenvolvimento de coleções, está disponível na plataforma ADHARA Insight.


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