ON x Zendaya e a Moda Intergaláctica: quando a Terra já não basta
- Andrea Fantini

- 14 de jan.
- 2 min de leitura
E se a moda não estivesse mais tentando apenas vestir corpos, mas vestir futuros?
Nos últimos anos, vivemos uma sequência de crises que redefiniram o imaginário coletivo: pandemia, colapsos climáticos, guerras, ansiedade generalizada. Quando o presente pesa demais, o consumidor olha para cima. Literalmente.
O chamado moon fever não é só científico, é cultural. A missão Artemis III, prevista para 2026, promete levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra, reacendendo o desejo humano por conquista, esperança e novos começos. É nesse contexto que a marca On convida Zendaya para liderar a campanha “Zone Dreamers”, dirigida por Nadia Lee Cohen. Um manifesto visual de otimismo futurista que rapidamente se tornou trending topic no YouTube. Não é só moda. É sinal.
O que o espaço revela sobre o comportamento humano?
Tendências não nascem do nada. Elas emergem das emoções que movem a sociedade. E hoje, essas emoções orbitam três grandes forças:
1. Escapismo galáctico
Depois de anos de tensão, a imaginação vira válvula de escape. Paletas holográficas, prateados líquidos e azuis estelares aparecem como portais simbólicos para “qualquer lugar que não seja aqui”. O escapismo sensorial já figura entre as macrotendências globais recentes.
2. O ultra-humano
O futuro não é totalmente digital, nem totalmente analógico. Ele é híbrido. Zendaya encarna essa figura: atlética, hiperconectada, mas leve. Roupas que funcionam como segunda pele para corpos que vivem em movimento constante.
3. Tech + Emo
A tecnologia deixa de ser fria e passa a ser empática. Tecidos que regulam temperatura, materiais bioinovadores e processos circulares contam histórias. A Nike ISPA MindBody, montada sem cola e tingida com algas, mostra que poesia de material e inovação podem coexistir.
Do conceito ao mundo real: quando o hype vira headline
Esse imaginário cósmico já saiu do 3D e aterrissou no mundo físico:
Prada x Axiom Space assina detalhes do novo traje lunar da NASA
Coperni Spray Dress, pulverizado em Bella Hadid, gerou US$ 26 milhões em mídia espontânea
SpaceX EVA Suit prova que funcionalidade também é estética
Nada disso é fantasia distante. São sinais claros de que o futuro já começou.
O que marcas inteligentes fazem com esse sinal?
Elas não vendem produtos. Vendem histórias.
Revelamos cinco caminhos estratégicos para transformar o hype cósmico em negócio real:
Narrativas orbitais: coleções pensadas como capítulos de uma saga
Prototipagem responsiva: biomateriais e inovação com propósito
Passaportes phygitais: AR e NFTs como extensão da peça
Comunidade co-piloto: cocriação que reduz churn e aumenta valor
Economia de gravidade zero: circularidade, recompra e reparo como receita recorrente
Ou, como o próprio report resume:
“Não vendemos apenas roupas. Vendemos possibilidades de universos.”
Quer ver o mapa completo?
Este artigo é apenas uma órbita inicial.
O conteúdo completo, com imagens, dados, cases aprofundados e insights estratégicos aplicáveis ao desenvolvimento de coleções, está disponível na plataforma ADHARA Insight.
✨ Você pode acessar gratuitamente por 3 dias e explorar o report completo ON x Zendaya & a Moda Intergaláctica.
👉 Acesse a plataforma, mergulhe no conteúdo e descubra como transformar sinais culturais em estratégia real de moda.









Comentários